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Depois de Britney, nova geração de celebridades teens entra em crise

Depois de uma crise que incluiu passagens por clínicas de reabilitação e hospitais psiquiátricos, um divórcio litigioso, a perda da guarda dos dois filhos e a raspagem total de seus cabelos, Britney Spears levantou, sacudiu a poeira e retornou poderosa ao trono de princesinha do pop, com disco novo e uma turnê mundial. Na esteira dos artistas que ficam famosos cada vez mais cedo, celebridades teens como Zac Efron, Miley Cyrus e Lindsay Lohan começam a dar sinais de que a vida não é tão cor-de-rosa como pintam os seriados televisivos.

Efron, o galã adolescente de “High school musical”, cansou da pecha de eterno cantor e dançarino. Famoso mundialmente na pele de Troy Bolton no musical da Disney, ele agora quer investir em papéis mais dramáticos. De acordo com o jornal “Los Angeles Times”, ele teria desistido de participar da refilmagem de “Footlose”, alegando que não queria fazer outro filme do gênero a esta altura de sua carreira.

Apesar do anúncio da Disney de que o elenco da quarta parte de “HSM” será diferente, o jovem ator já colocou seus planos em prática. Em abril deste ano estreia sua nova comédia, “17 again”. E para outubro está prevista a estreia do drama de Richard Linklater do qual ele participou, intitulado “Me and Orson Welles” – a data ainda não foi confirmada oficialmente.

Miley Cyrus, a estrela que dá vida à adolescente Hannah Montana na série de mesmo nome, declarou recentemente que “não pode viver a personagem para sempre”. Aos 16 anos, a estrela tem questionado a continuidade ou não da série televisiva, e até citou Britney para se defender de um suposto “ataque” da imprensa. A atriz, que escreveu sua biografia aos 15 anos, afirmou que se sente vítima de uma campanha que tem como objetivo mostrá-la como uma "menina má".

O motivo? Uma foto na qual a jovem aparecia imitando uma oriental gerou críticas de coletivos em defesa dos americanos que nasceram na região Ásia-Pacífico, que consideraram a imagem uma ofensa à comunidade e um terrível exemplo para os seguidores de Miley. A artista se apressou em rejeitar qualquer acusação de comportamento racista e criticou os jornalistas. "Definitivamente, sinto que a imprensa está tentando me tornar a nova 'menina má'. Agora que Britney voltou ao auge, precisam de alguém (em seu lugar). Que sorte a minha", ironizou.

Lindsay Lohan no MTV Movie Awards. (Foto: Reuters)

A atriz Lindsay Lohan foi mais fundo: longe das telonas há tempos, ela não chegou a raspar a cabeça a exemplo da cantora pop, mas deu uma declaração culpando os “fãs doentes” pelo seu afastamento dos holofotes. LiLo quer mudar a imagem que criou para conseguir um bom papel em um filme, mas parece não levar em conta que o real motivo de seu sumiço foi o fato de ter sido acusada de dirigir embriagada há dois anos.

Seu mais novo trabalho, a comédia “Labor pains” (dores do parto) vai estrear direto na televisão americana, sem passar pelos cinemas. Na trama, ela interpreta uma mulher que finge estar grávida para manter o emprego.

“Não bebo, não uso drogas e não minto”, afirmou. “Se deixassem a minha vida pessoal em paz, eu conseguiria um bom papel. Mas esses fãs doentes e esse barulho todo distrai. Tudo é possível se as pessoas pararem de me acusar e julgar. É assustador quando você se dá conta de que não está trabalhando e tem uma casa para sustentar”.

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Cantoras que mais lucraram nos EUA e Canadá

Cantoras que mais lucraram nos EUA e Canadá

Celine Dion Celine Dion

A lista Top 20 Concert dos artistas que mais lucraram por cidade nos EUA e no Canada em suas turnés foi novamente publicada pela Pollstar e Céline Dion ficou em primeiro lugar, com USD 1,937,848 bruto, seguida por AC/DC com USD 1,510,222 e Metallica com USD 1,336,456.

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Rihanna não gravou o dueto com Chris Brown


Rihanna Rihanna

A gravação teria sido feita pelo produtor Polow da Don que citou em um comunicado dizendo que "ambos são artistas para se trabalhar.Segundo a reportagem do site People.com o produtor teria gravado uma canção de Chris Brown e o dueto com Rihanna seria apenas uma referência de como os vocais deveriam ser colocados na canção.
Esse suposto dueto foi desmentido por uma fonte não identificada do site People.com.
Segundo a "fonte" nunca ouve a intenção de gravar uma música com os dois e a faixa até foi gravada por outros artistas.
Não foram dados detalhes sobre a música.

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Irom Maiden


Foram dois bonecos gigantes com o personagem Eddie, seis músicos (três guitarristas, um baixista, um baterista e um cantor), mais de uma hora de atraso, 16 músicas, um palco decorado com motivos egípcios (referência ao disco “Powerslave”, de 1984), inúmeras trocas de cenário, outro sem número de fogos de artifício e 63 mil fãs.

Essas estatísticas significam duas coisas: a primeira é que Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, é um homem que cumpre a sua palavra. Em 2008, a banda se apresentou em São Paulo, como parte da turnê “Somewhere back in time”, mas com decoração de palco e efeitos especiais bem mais modestos que nos shows dos EUA e da Europa. Na ocasião, Dickinson prometeu aos fãs que voltaria ao Brasil trazendo tudo que faltara naquele dia.


E os fãs acreditaram na promessa, lotando o enlameado Autódromo de Interlagos e proporcionando o segundo resultado da equação acima: o show do Iron Maiden do dia 15 e março de 2009 foi o recorde de público da banda em uma apresentação única (ou seja, fora de festivais). Pelo menos foi o que o cantor disse em cima do palco – que o recorde anterior havia sido uma apresentação na Suécia para 57 mil pessoas.


Os setenta minutos de atraso tiveram o mesmo motivo da lama: a chuva que caiu durante a tarde atrapalhou na montagem do palco, prejudicando inclusive alguns equipamentos (como os telões) e alguns fogos de artifício. Sem contar que as vias de acesso para o show eram poucas, e a banda quis esperar que seus fãs estivessem todos do lado de dentro do autódromo antes de iniciar a apresentação.

Ao som da clássica “Aces high”, o Iron Maiden subiu ao palco para tocar um repertório idêntico ao apresentado pela banda em seu show no Rio de Janeiro no dia anterior. Mas é um excelente setlist, recheado de músicas da década de 80, auge do sucesso da banda. Apesar dos discos “The number of the Beast” e “Powerslave” terem sido mais prestigiados no repertório, os outros álbuns não são esquecidos: de “Iron Maiden” a “Seventh son of a seveth son”, passando por “Killers” e chegando até “Fear of the dark”, de 1992, é uma retrospectiva fiel da carreira do grupo.


E no palco o Maiden parece muito à vontade para contá-la – uma história que inclui os pés do baixista e líder da banda Steve Harris sobre o retorno em vários momentos, e o guitarrista Janick Gers atirando seu instrumento para o alto sem nenhum pudor. Ao mesmo tempo, técnica não falta, enquanto os três guitarristas partilham e revezam nos solos, e Nicko McBrain, baterista sósia do ator Nick Nolte, se vira como um polvo para acompanhar a banda de dentro de seu espaço especial, cravado no meio do palco.

Dickinson troca de roupas, ora se vestindo de soldado inglês para cantar “The trooper”, ora fantasiado como o marinheiro maltrapilho de “Rime of the acient mariner”, baseada no poema homônimo do escritor Samuel Taylor Coleridge. Carismático, conversa com a platéia e até ajuda as sempre massacradas primeiras fileiras de fãs, em frente ao palco. Ofegante, pergunta: “está tudo bem com todo mundo? Acho que esse pessoal está sem ar aqui. Podem vocês todos dar dois passos para trás?”, pede, para ser atendido prontamente.

O espetáculo também ocorre paralelamente à música: durante a música “Iron Maiden”, o cenário se abre, exibe um sarcófago e de dentro dele sai uma gigantesca versão mumificada do mascote Eddie, com direito a fogos de artifício saindo pelos olhos. No bis, o monstro volta a aparecer, dessa vez com o ciborgue futurista da capa de “Somewhere in time”, passeando entre os membros da banda. Os fogos chegam à potência máxima em “The number of the Beast”, em que lança-chamas nas laterais do palco transformam o show em uma filial do inferno.

O Maiden conta com fãs dedicados, que cantam todas as músicas, sabem os corinhos (como o “ôôô” de “Fear of the dark”), batem palmas e erguem os braços em uníssono quando pedidos por Dickinson. Por isso mesmo, não deveriam ter sido submetidos à desorganização que por vezes pareceu tomar conta do evento. Além do gramado não ter sido protegido em momento algum, enchendo todos os pés de muita lama, a organização deixou apenas uma única saída, levada por um longo e estreito corredor, para todas as 63 mil pessoas (número divulgado pela produtora responsável pelo evento). Resultado: mais de duas horas apenas para sair de dentro do autódromo – tempo maior que o próprio atraso do show. E aí nem uma “Dama de ferro” vai ter tanta paciência.

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Oprah fala de violência doméstica e dedica programa 'às Rihannas do mundo'

Oprah Winfrey resolveu dedicar um programa à cantora Rihanna, informou a “Variety”. De acordo com a publicação, a apresentadora se sentiu tão triste com o caso de agressão envolvendo a cantora e seu namorado, Chris Brown, que decidiu falar sobre violência doméstica nesta semana.

A atração deve ir ao ar de Chicago, nos Estados Unidos, na próxima quinta-feira (12). Na semana passada, Oprah aconselhou Rihanna, dizendo: “Se cure primeiro. O amor não machuca”. E acrescentou que o casal deveria buscar ajuda.


Segundo a apresentadora, o programa em que falará sobre violência doméstica será “dedicado a todas as Rihannas do mundo”, e terá como convidada Tyra Banks.

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Michael Jackson pode fazer temporada de shows em Londres


O cantor norte-americano Michael Jackson deve marcar uma temporada de shows para os próximos meses na O2 Arena, em Londres, diz o site da rede de TV inglesa Sky News.


Segundo o veículo, as apresentações serão anunciadas em uma entrevista coletiva prevista para ser realizada nesta quinta-feira (5), e que pode contar com a presença do cantor em pessoa.

Em 2007, o cantor Prince manteve uma residência na O2 Arena – inicialmente com poucos shows, mas com novas datas adicionadas à medida que os ingressos foram se esgotando. Ao final, Prince fez 21 apresentações durante sua temporada, e a idéia de Jackson é repetir a estratégia.

Se repetir o feito de Prince, Jackson pode gerar uma renda de até 50 milhões de libras (R$ 170 milhões, aproximadamente). Um bom negócio para o cantor que vem sofrendo dificuldades financeiras e que deve leiloar parte de seus bens (incluindo os portões de seu rancho Neverland) em abril.